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Sobre

Origem e formação

Eu sou Rodrigo ES Porto, natural de Vitória, Espírito Santo. Sou formado em Sistemas de Informação. A rotina profissional, por muito tempo, ficou no lado administrativo dos processos: gente, qualidade, treino, auditoria. Isso não me tira o gosto de entender como as coisas funcionam. Só explica por que, agora, o retorno à tecnologia parece familiar e, ao mesmo tempo, novo.

Vendas e representação comercial

Trabalhei bastante tempo como vendedor e representante comercial. É um ofício de conversa, de ouvido e de persistência. Aprendi a traduzir um produto para a vida de outra pessoa, a perder uma venda sem fazer drama e a voltar no dia seguinte. Também aprendi que processo mal explicado vira retrabalho. Essa fase me deixou um hábito que ainda uso: se eu não consigo explicar simples, eu ainda não entendi.

Qualidade, treinamentos e auditoria numa multinacional

Depois fui especialista de qualidade numa multinacional americana. O nome da empresa não importa aqui. O trabalho, sim. Eu era responsável pela qualidade dos procedimentos de coleta do serviço de campo, pelos treinamentos de produtos novos e pela auditoria interna e externa. É um tipo de atenção que não gosta de “mais ou menos”. Checklist, evidência, padrão, gente nova que precisa aprender sem se perder. Quando saí, levei isso comigo: documentar o que faço, repetir o que funciona e não fingir que sei o que ainda estou aprendendo.

Investimentos

Fora do expediente, estudei investimentos e mercado financeiro em busca de diversificação de ativos, e montei uma carteira de dividendos com empresas que considero boas. Também comprei criptomoedas. Escrevo isso como parte da minha história, não como dica. Não é recomendação de investimento. Cada pessoa tem prazo, risco e conta diferentes.

Hoje: motorista de aplicativo e criação de agentes

Hoje trabalho como motorista de aplicativo e crio agentes de inteligência artificial para a minha empresa: tarefas repetidas, organização, uma “redação” que me ajuda a escrever. Sou curioso. Busco informação. Testo ferramenta nova. Não vendo curso. Se algo deu certo pra mim, eu conto. Se deu errado, também. E, fora das telas, um detalhe sobre mim: gosto muito de vinhos.

Voltando a programar com IA (e as ferramentas que uso)

Na carreira eu não cheguei a programar de verdade. Sempre estive na área administrativa dos processos. Agora estou voltando, com estudo e com IA, a escrever código e a montar um jeito de facilitar o trabalho com agentes.

Uso o Hermes Agent no notebook (Hermes Desktop) e na nuvem (Hermes Cloud). Os agentes cuidam de tarefas do dia a dia da empresa e de uma redação que me ajuda com texto. No ecossistema do Grok, uso o Grok no app e dentro do X para pergunta, pesquisa e ideia. Uso o Grok Build quando quero transformar uma ideia em app só descrevendo o que preciso. Uso o Grok Bot, assistentes que executam tarefas por mim; um deles se chama Darth. No lado Google, uso o Gemini dentro do Google Antigravity, o editor com IA em que este site foi construído. Quando o projeto pede código, abro o Cursor. O site sai em Hugo, um gerador de site estático, e vai ao ar pela Cloudflare.

Nenhuma dessas ferramentas substitui julgamento. Elas encurtam o caminho entre “eu sei o que quero” e “está no ar”.

Por que ensinar de graça

Meu intuito é ajudar e ensinar o que estou fazendo para que pessoas leigas usem ferramentas que facilitam o dia a dia. Ensino de graça. Só o que estou testando, no português claro que eu gostaria de ter lido no começo.

Se quiser acompanhar o que vai saindo, estou no X: @RodrigoesPorto.